Coloquei um contador na coluna da direita. Ele está mostrando o tempo que falta para eu entrar na casa dos 'enta'. Hehehehe... Conheço algumas pessoas que ficariam espantadas com isso:
"Contando os dias para fazer 40? Tá louca?"
Não, não tô louca. Tô feliz! Tô feliz porque, considerando que a expectativa de vida tem aumentado, estou apenas chegando na metade da minha vida. Tenho pelo menos mais 40 anos pela frente. Já aprendi tanta coisa até aqui, imagina só o que ainda tem prá aprender, prá curtir, sentir, rir, chorar, brincar, AMAR!!
2009 - 1969 = 40 40 x 365 = 14.600 dias 10 anos bissextos = + 10 dias 14.610 dias
Adoro meu trabalho! Só que é phoda quando a cabeça não funciona... Tô no pique de fazer qualquer coisa considerada mala - lavar o carro (não, isso não é ecologicamente correto...), fazer faxina na casa, descascar alho, ir no mercado, sei lá! - mas a cabeça não tá me ajudando a fazer os cinco textos que tenho que entregar amanhã... Saco!
A quem interessar possa. Não escrevi a letra dessa música, mas ela sai do fundo do meu coração...
OneRepublic - Come home
Hello world Hope you're listening Forgive me if I'm young For speaking out of turn There's someone I've been missing I think that they could be The better half of me They're in their own place trying to make it right But I'm tired of justifying So I say you'll...
Come home Come home Cause I've been waiting for you For so long For so long And right now there's a war between the vanities But all I see is you and me The fight for you is all I've ever known So come home Oooh
I get lost in the beauty Of everything i see The world ain't as half as bad As they paint it to be If all the sons If all the daughters Stopped to take it in Well hopefully the hate subsides and the love can begin It might start now... Yeahh Well maybe I'm just dreaming out loud Until then
Come home Come home Cause I've been waiting for you For so long For so long And right now there's a war between the vanities But all I see is you and me The fight for you is all I've ever known Ever known So come home Oooh
Everything I can't be Is everything you should be And that's why I need you here Everything I can't be Is everything you should be And that's why I need you here So hear this now...
Come home Come home Cause I've been waiting for you For so long For so long And right now there's a war between the vanities But all I see is you and me The fight for you is all I've ever known Ever known So come home Come home
Você deve suspeitar que juntar um monte de pessoas de maneira adequada, sem que elas matem umas às outras, é menos um problema de tráfego e mais um problema humano.
TomVanderbilt, autor do livro Traffic - Why we drive the way we do (Trânsito - Por que dirigimos como dirigimos, sem tradução para o português), falando sobre comportamento no trânsito. Vi na revista Vida Simples de abril/2009.
Uma matéria da revista Vida Simples de julho que não está disponível online:
Raça de heróis Teimamos em pensar que o ideal de sucesso é conquistar dinheiro e poder, como se isso fosse a condição irrefutável para viver bem. Sem perceber, deixamos de lado o potencial da verdadeira autorrealização. Você sabe mesmo do que é capaz?
Desde a infância, a vida pública é marcada por sucessos e fracassos. Pais se vangloriam pela criança de quatro anos de idade, já alfabetizada, colocam-na no curso de idiomas e instigam-na a ser a primeira da turma. Não fui assim tão precoce, mas tinha orgulho de receber elogios em casa e voltava da escola chorando quando tirava nota abaixo de 9 na prova. Ficava arrasada. A sucessão de metas a ser cumprida no colégio é a entrada para a vida adulta preestabelecida, em que a regra é acertar, sempre. E, com os acertos, sentir-se importante. [...] Ao usar tais conquistas para provocar admiração no outro, o próprio êxito, que realmente importa, fica esquecido. [...] Nesse círculo vicioso, anula-se o que há de mais precioso: o potencial de cada um para desenvolver o que gosta e lhe garante sentido à vida.
Só esse trecho de abertura da matéria já dá o que pensar. Mas, se quiser ler mais - e digo que vale a pena! - dê uma corridinha na banca e compre a edição.
Digitando o texto acima, me lembrei de umas perguntinhas 'simples' que fiz aqui no blog há algum tempo: → o que apaixona você? → o que realmente toca seu coração? → no que você é de fato bom?
A pergunta da abertura da matéria, que é título deste post: você sabe mesmo do que é capaz?
Venho percebendo algumas coisas sobre essa questão. E tem a ver com algo que já escrevi aqui (sonhos? sim, nós podemos! e escolhas):
Todos são capazes de tudo, precisam apenas ser corretamente estimulados.
Disse isso para uma pessoa muito especial para mim, há cerca de um ano. E essa ideia tem habitado meus pensamentos desde então. Recentemente, tive a oportunidade de sentir - e sentir é bem mais poderoso do que pensar sobre! - o quanto certas pessoas são capazes de despertar o melhor de outras. Já havia passado por uma experiência parecida, mas apenas virtual: de longe um certo poeta raspou um tantão de poeira de cima de mim. Então, num certo sábado de junho, um outro alguém - de longe também - encontrou-se comigo e, simplesmente por estar ao meu lado, por olhar nos meus olhos de um jeito especial, me fez sentir poderosa e brilhante. Percebi, dentro de mim, mais nítido do que nunca, aquele potencial adormecido do qual tanto tenho medo.
Todos nós temos o poder de brilhar! All we need is love!
All you need is love Lennon/McCartney
Love, love, love, love, love, love, love, love, love There's nothing you can do that can't be done Nothing you can sing that can't be sung Nothing you can say but you can learn how to play the game It's easy There's nothing you can make that can't be made No one you can save that can't be saved Nothing you can do but you can learn how to be you in time It's easy
All you need is love, all you need is love All you need is love, love, love is all you need Love, love, love, love, love, love, love, love, love All you need is love, all you need is love All you need is love, love, love is all you need There's nothing you can know that isn't known Nothing you can see that isn't shown Nowhere you can be that isn't where you're meant to be It's easy
All you need is love, all you need is love All you need is love, love, love is all you need All you need is love (all together now) All you need is love (everybody) All you need is love, love, love is all you need
O trabalho das meninas da Adote um Gatinho merece enorme respeito!
Não quero ser injusta com outros grupos que cuidam com o maior carinho de animais abandonados, por isso já aviso que o trabalho delas é o único que conheço de perto. Mas, justamente por conhecer de perto é que afirmo que elas levam as medalhas de ouro de esforço, dedicação, compromisso e amor. Quer conferir o trabalho? Reserve cinco minutinhos do seu tempo e leia o último boletim com os acontecimentos de junho: http://adoteumgatinho.uol.com.br/boletins.htm. Providencie lenços de papel.
Minha única maneira de colaborar - atualmente - tem sido com doação mensal, parceria na lojinha (Célia Patchwork - clique aqui) e orações. São Francisco de Assim com certeza olha por elas!
É tão legal quando você sente que está prestes a aprender uma coisa! São aqueles momentos em que a ficha está caindo: você começa a ver mais claramente certas situações, começa a receber respostas para algumas perguntas; começa a ver resultados diferentes por estar agindo de forma diferente e consegue perceber o que é que estava "fazendo de errado".
Quem já entendeu que até que a gente aprenda uma lição vamos sendo testados, testados, testados e testados à exaustão? Quem já sentiu o quanto isso é difícil? Quem levantou o braço para responder à essas perguntas vai entender bem o que estou sentindo: estou passando pelo penúltimo teste (talvez último). Se eu for bem na prova passarei de ano e ADEUS prá essa lição! Tem noção!?? Estou radiante!!!
A lição tem a ver com aprender a esperar sem disparar a ansiedade. Tem a ver com simplesmente não criar expectativas. Tem a ver com conseguir viver um dia de cada vez em uma área específica da vida: o amor. Tem a ver com desencanar, viver no presente e não projetando o futuro o tempo todo.
Conflitos são oportunidades, não há dúvida. Abençoados sejam!
A Prefeitura de São Paulo lançou uma campanha contra o abandono de animais de estimação. A ação conta com comerciais de TV, peças para rádio, internet, cartazes e folhetos e divulga o "Probem – Programa de Proteção e Bem-Estar de Cães e Gatos", da Prefeitura. Finalmente vemos uma tentativa do poder público de evitar o abandono de cães e gatos nas ruas de São Paulo, algo que, atualmente, é um dos principais problemas de saúde pública da cidade e vem aumentando nos últimos anos, segundo informa o site oficial do Clube de Criação de São Paulo.
Título: Coisas Anunciante: Prefeitura Municipal de São Paulo Produto: Institucional (Abandono de Animais) Agência: Nova S/B Diretor de Arte: Marcelo Maia Redatores: Bruno Faulhaber e Fábio Ludmer Diretor de Criação: Ricardo Furriel Fotógrafo: André Faccioli Tratamento de Imagem: Furia Produtora do Filme: Cara de Cão Diretor de Cena: Ernani Nunes Diretor de Fotografia: Bruce Douglas Produtora de Áudio: Hilton Raw Produtora de Internet: Sinc Atendimento: Elisângela Oliveira e Thiago Furtado Aprovação: Marcus Vinicius Sinval
Tudo na vida tem vários lados, várias formas de se enxergar, inúmeros pontos de vista. Há os que veem o anúncio acima maldizendo a coca-cola por ter dado um golpe baixo ao se aproveitar da emoção das pessoas para vender seu produto. Há os que reclamam da qualidade do vídeo. Há os que abrem uma coca-cola logo após ver o vídeo; há os que torcem o nariz porque não gostam da coca-cola. Há os que assistem, adoram e repassam para toda a lista de contatos, esquecendo da mensagem na hora seguinte. E há os que assistem, dividem e procuram lutar um pouco mais pela felicidade.
Talvez uma das coisas mais difíceis para o ser humano seja se livrar do fantasma "O que os outros pensam de mim". Esse atormentador marca presença na Lista dos 10 Piores Obsessores desde que o homem é homem. Abençoado seja aquele que se livrou desse encosto ou que, pelo menos, aprendeu a conviver com esse espírito de porco engarrafado (como diria minha avó Esther).
Valcapelli & Gasparetto escreveram quatro livros que, no mínimo, fazem a gente pensar: Metafísica da Saúde (volume 1 a 4). Nas primeiras páginas eles perguntam: por que ficamos doentes? Por que um câncer se instala em nossa perna e não em nosso braço? Ou ainda: por que uma forma de doença e não outra? Por meio da metafísica, eles procuram responder essas questões, afirmando que nós somos o centro de nossas vidas e os senhores de nossos destinos.
Acatar a consciência metafísica é abandonar o pretexto de atribuir ao externo suas frustrações internas; é reconhecer em si mesmo o referencial manifestador que cria a realidade, atraindo para si tudo de bom ou ruim que lhe acontece na vida. Metafísica da Saúde Vol.1, página 7.
Tá. Mas o que isso tem a ver com o fantasma que citei acima? É que, ainda no volume 1 (que trata dos sistemas respiratório e digestivo), eles citam:
Quando os palpites dos outros interferem em seus sentimentos, é que você não está suficientemente seguro em relação a eles. A falta de solidez interior o deixa vulnerável ao que vem de fora.
Falta de solidez interior pode ser momentânea: um período de dúvidas em relação a que caminho tomar, por exemplo. Mas, quando ela insiste em se fazer presente o tempo todo, eu arriscaria dizer que existe um outro nome para ela: baixa autoestima. Ou seja, não estamos seguros com relação ao que pensamos de nós mesmos e isso faz com que as opiniões dos outros interfiram em nossas emoções.
Escrevendo o parágrafo acima, vieram à minha cabeça duas coisas: melindres e expectativas. Eu vejo tudo isso muito interligado, só não sei se vou conseguir ser clara ao botar minhas ideias aqui no papel (monitor?).
Melindre tem muito a ver com autoestima baixa, não tem? Vamos imaginar alguém que está sempre se desdobrando para adivinhar e atender as necessidades de outro alguém, que deixa de fazer coisas para si para que o outro esteja satisfeito. O tal outro não oferece a gratidão desejada e começam os lamentos: “Fulano é tão ingrato... passei a tarde inteira preparando tal coisa que ele tanto gosta e ele nem ligou... faço tanto por ele, dou tanto de mim e olha o que recebo em troca". É ÓBVIO que reconhecimento é bom e todo mundo gosta, mas quando fazemos algo que estamos com vontade de fazer, e o fazemos livremente, normalmente não esperamos nada além da satisfação de estar fazendo algo que estamos COM VONTADE de fazer. Então, não faz sentido EXIGIR gratidão. A exigência vem quando não temos noção do nosso real valor e precisamos que os outros nos digam. O que é isso senão autoestima no pé?
Vou reproduzir um trecho extraído do livro "O Oráculo Interior", de Dick Sutphen.
Sempre que você ficar contrariado, saiba que isso é um teste cármico auto-criado para verificar o quanto você aprendeu e se necessita ser testado novamente no futuro. Você reagiu à contrariedade com compaixão e neutralidade? Reagiu com raiva e negatividade? Até aprender que reações negativas baseadas no medo não funcionam, você se verá, com certeza, exposto a situações similares no futuro. Fique sabendo que você ficou contrariado porque nutria expectativas de aprovação ou controle - de conseguir a aprovação dos outros ou controlar suas ações ou reações. Simplificando, suas expectativas estão em conflito com o que é. Seria impossível ficar contrariado com qualquer coisa se suas expectativas não estivessem em conflito com a situação atual. Da mesma forma que você não deseja que os outros esperem que você viva de acordo com as expectativas deles, pergunte a si mesmo: de onde tirei o direito de esperar que os outros sejam do jeito que eu quero?
Expectativas. Ah, as expectativas. Dependendo da forma que têm, elas acabam com a gente.
Existe a expectativa sobre nós mesmos. Existe a expectativa que os outros têm de nós. E existe a expectativa que temos dos outros. É bom deixar claro que não é prá confundir expectativa com otimismo. Ter o desejo de que tudo dê certo não é a mesma coisa que visualizar a pessoa/situação do jeito que esperamos/queremos que seja. Volte no tempo e lembre quantas vezes você já falou ou pensou a seguinte frase: "Não foi do jeito que eu queria, mas foi melhor assim." Sabe o Fernando Sabino? Ele diz que no fim tudo dá certo; se não deu certo é porque ainda não chegou ao fim. Então...
Valcapelli & Gaspareto falam o seguinte no volume 1 da série Metafísica da Saúde:
É comum as pessoas fazerem expectativas. Isso as faz sentirem-se temporariamente confortáveis, mas é pura ilusão acionada para suavizar o desconforto provocado pela triste realidade. Quanto maior for a ilusão frente aos problemas, mais difícil fica para solucioná-los. Torna-se complicado para a pessoa que se entrega aos devaneios selecionar o que são exageros de sua parte e o que é verdadeiramente correto.
Vou substituir a palavra expectativa por ilusão no que já escrevi: Existe a ilusão sobre nós mesmos. Existe a ilusão que os outros têm de nós. E existe a ilusão que temos dos outros. Fica um pouco mais claro o risco, não?
A matéria de capa da revista Vida Simples de junho, que fala da auto-sabotagem, também aborda um lado da expectativa (o trecho abaixo está resumido e com alguma adaptação; se quiser ver a matéria toda clique aqui):
Somos seres repetitivos. Metade da nossa vida – ou mesmo a vida inteira – tentamos confirmar e concretizar as crenças que adquirimos quando crianças, sobretudo no relacionamento com o pai ou a mãe. [...] A maioria de nós é ensinada desde pequena que a única maneira de ser amado e aceito é sendo igual aos nossos pais. Por isso, prezamos tanto as crenças deles – porque, basicamente, precisamos nos sentir considerados e acolhidos. Ou seja, não somos aceitos pelo que realmente somos, mas pelo que nossos pais querem que sejamos. Esse desejo de repetir o exemplo dos pais para obter seu amor é o que algumas correntes da psicologia chamam de “identificação arcaica”. Já é ruim quando os filhos são pequenos, mas é pior ainda quando eles se tornam adultos e procuram cumprir o que era pedido pelos pais, sem escutar suas próprias preferências, atender suas reais potencialidades ou sequer olhar para o ambiente atual e constatar que essas exigências são descabidas.
O mais saudável seria que, ao se conhecerem outros estilos de vida e comportamentos durante a vida, escolhêssemos o que mais tem a ver conosco. Sem culpa (por romper uma crença de infância), sem medo (grandes expectativas, por exemplo, podem gerar pânico). E, depois de uma análise mais racional e adulta da situação, tentar ignorar aquela voz insistente vinda lá da infância que diz: “Você não vai abandonar tudo o que a gente ensinou para você, vai?”
Faz sentido, não? Se crescemos "condicionados" a ser o que nossos pais são, quem somos nós? Como é possível gostar de um ser que não sabemos quem é?
Então temos expectativas sobre nós, que muitas vezes são as expectativas que os outros (os pais) têm de nós. Se damos o direito a outra pessoa de ter expectativas sobre nós, certamente nós também acreditamos que podemos ter expectativas sobre outras pessoas. Tá feita a merda, porque nessa de criar e alimentar expectativas todo mundo vive na ilusão. Quem é que pode ter uma boa visão sobre si mesmo nessa zona? Só que é dessa zona que se alimenta o fantasma "O que os outros pensam de mim". Lembra dele lá no começo do post?
Esse monte de coisa que escrevi saiu da reflexão sobre um imbróglio que presenciei ontem. Uma pessoa fez uma cagada e, na hora de sair dela, acabou se embananando toda porque outras pessoas estavam observando e rindo. A opinião dos outros afetou tremendamente quem fez a bobagem, porque a raiva pela risada durou horas. Uma pessoa segura de si - eu disse segura de si, e não perfeita - não daria a mínima bola para as risadas. Poderia até rir junto. Só que o fantasma não deixou.
as pessoas grandes são decididamente muito bizarras...
A frase acima é do Pequeno Príncipe - ou Principezinho, de acordo com a tradução portuguesa. Ele faz coro com Tistu, o Menino do Dedo Verde, um garoto esquisito, com um nome esquisito que recusava-se a aceitar idéias pré-fabricadas pelas pessoas grandes, que simplesmente não sabem, por mais que pretendam, de onde viemos, por que estamos aqui e o que devemos fazer neste mundo.
De fato são bizarras e estranhas as pessoas grandes...
Por isso estou aqui. Para tentar resgatar a criança, o principezinho, o Tistu escondido em cada um de nós. Afinal, como disse Jung: “Em todo adulto espreita uma criança - uma criança eterna, algo que está sempre vindo a ser, que nunca está completo e que solicita atenção e educação incessantes. Essa é a parte da personalidade humana que quer desenvolver-se e tornar-se completa".
When I'm trusting and being myself... everything in my life reflects this by falling into place easily, often miraculously. Shakti Gawain.
Quando confio e sou eu mesma... tudo em minha vida reflete isso ao encaixar-se perfeitamente, muitas vezes miraculosamente.
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▼ adoro fotografia! São imagens aparentemente silenciosas, mas que despertam uma infinidade de emoções diferentes. Sou uma pessoa muito sensorial, gosto de sentir e estimular sensações. Aqui uso o que a internet me permite: o visual e o auditivo. Por isso há sempre música e muitas imagens... ▲
▼ rui veloso | nunca me esqueci de ti é o riso, é a lágrima a expressão incontrolada não podia ser de outra maneira é a sorte, é a sina uma mão cheia de nada e o mundo à cabeceira
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Fera ferida Liberte seus cosméticos dos testes feitos em animais Por Mariana Sgarioni
Imagine ficar horas com a cabeça presa e com um clipe abrindo suas pálpebras. Enquanto isso, cientistas pingam em seus olhos substâncias que os deixam em chamas. Ou então sua pele sendo raspada, até ficar em carne viva. Isso acontece todos os dias em laboratórios do mundo inteiro para a fabricação de produtos de beleza. As vítimas costumam ser coelhos (porque têm olhos grandes) e animais diversos, como cachorros e gatos parecidos com aquele xodó da sua casa. O pior é que toda essa crueldade acontece sem necessidade. Vacinas e novos medicamentos ainda dependem de testes em animais, afirmam pesquisadores da Fiocruz (Fundação Osvaldo Cruz), do Rio de Janeiro. Já cosméticos e produtos de limpeza, não. Nesses casos, testes em animais têm se demonstrado ineficazes e até perigosos para a saúde humana. O problema é que muitas indústrias ainda usam animais porque fica mais barato, afirma Carlos Rosolen, presidente da PEA (Projeto Esperança Animal). A própria lei brasileira enquadra como crime testes em animais desde que existam alternativas. A boa notícia é que muitas indústrias cosméticas resolveram abolir os testes, investindo pesado em tecnologia. Para saber se o produto que você usa foi testado em um animal, olhe o rótulo e telefone para os serviços de informação ao consumidor. Os bichos agradecem.
NÃO AOS TESTES EM ANIMAIS Confira a lista das empresas de cosméticos que testam e as que não testam seus produtos nos bichos. O site da PEA (Projeto de Esperança Animal) possui uma lista das empresas que não maltratam os animais. Clique aqui.
▼ switchfoot | dare you to move welcome to the fallout welcome to resistance the tension is here the tension is here between who you are and who you could be between how it is and how it should be
▼ lifehouse | blind after all this time i never thought we'd be here never thought we'd be here when my love for you was blind but i couldn't make you see it couldn't make you see it that i loved you more than you'll ever know
▼ onerepublic | say (all i need) do you know where your heart is do you think you can find it did you trade it for something, somewhere better just to have it do you know where your love is do you think that you lost it you felt it so strong but nothing's turned out how you want it
▼ natasha bedingfield | the one that got away i need a hook so you won't be the one that got away i need a look that stunns ya, makes you wanna stay don't wanna speak in case it comes out wrong don't wanna blink coz in a second you could be gone i need a twist to help me turn, turn this story round i need a bridge to cross this dangerous ground meet me in the middle like i want you too i gotta find your heart to shoot my arrow through