Têm aparecido várias oportunidades de contar uma fábula. Me lembro que nos últimos dois meses contei pelo menos três vezes para pessoas diferentes. Nítido sinal de que a fábula é para mim, pois eu é que escutei repetidamente da minha própria boca.
De fato, é o que estou buscando: a verdadeira paz. Não a encontrarei quando estiver fazendo aquilo que sempre sonhei; não a encontrarei quando tiver ao meu lado o "homem dos meus sonhos"; não a encontrarei quando me mudar para outro lugar. Ela reside dentro de mim e é dentro de mim que estou escavando, desbravando, escarafunchando. Hei de encontrar pois sou teimosa como uma mula!
A parábola:
Há muito anos, um rei criou um concurso para premiar o artista que melhor captasse, numa pintura, a paz perfeita. Muitos tentaram e, ao final, o rei gostou de apenas duas.
A primeira era um lago calmo e cristalino no qual refletiam-se as imagens das montanhas e árvores que o ladeavam. O céu era de um azul perfeito e todos os que fitavam a pintura enxergavam nela um profundo conteúdo de paz.
A segunda pintura tinha um quebra-mar sobre as rochas escuras e sem vegetação. Do céu enegrecido, pontilhado por raios e trovões, precipitava uma grande tempestade. Definitivamente, essa pintura não revelava nenhum conteúdo de paz e tranquilidade. Mas, quando o rei observou mais atentamente, verificou que no alto das rochas, havia um pequeno arbusto crescendo de uma fenda. Neste arbusto, encontrava-se um pequeno ninho e ali, no meio de toda a turbulência, um pequeno passarinho descansava calmamente.
[...] Meu terceiro conselho vem diretamente da Bíblia: seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito. É exatamente isso que está escrito na carta de Laudiceia: seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito. É preferível o erro à omissão. O fracasso, ao tédio. O escândalo, ao vazio. Porque já vi grandes livros e filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso. Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso. Colabore com seu biógrafo. Faça, erre, tente, falhe, lute. Mas, por favor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade de ter vivido. [...]
Nizan Guanaes é um dos mais importantes publicitários do Brasil.
Ou, em outras palavras, inverter o jogo... fazer alguma coisa antes de reclamar.
Confesso: sou uma publicitária de meia pataca e meu pai (jornalista) me corta do testamento se me ouve falando que detesto a mídia. Detesto o que a mídia anda fazendo atualmente: nada de coisas boas, só desgraça. Alguém pode dizer que eles fazem aquilo que vende. Ok, ok... de fato, o povo adora desgraça. Mas será que não é porque... só dão desgraça para ele? A comunicação de massa se acha tão poderosa e tão formadora de opiniões. Não poderia formar opiniões positivas? Graças à Deus tem gente que pensa assim: um artigo interessante do blog Uptade or Die fala do Prêmio Trip Transformadores, criado pela revista Trip. Ele premia gente comum (como eu e você) que foi lá e fez. Vale ler aqui.
Alguém aí lembra do filme "Corrente do Bem"?? Alguém aí sabe dizer se alguém por aí repetiu o que rola no filme, ou seja, fez alguma coisa boa para outra pessoa e pediu para ela repassar essa bondade? Acho IMPOSSÍVEL que ninguém tenha se inspirado no filme. Só que eu não fiquei sabendo de nenhuma iniciativa dessas. Porque não se divulga coisas boas. E eu acredito firmemente que se mais pessoas tivessem acesso a coisas positivas, a iniciativas boas que deram certo, elas se empolgariam e tirariam da gaveta uma ideia legal que sempre tiveram vontade de fazer.
Então vou dar minha cara a bater: propor que se divulgue coisas boas! Você sabe de alguma coisa legal que alguém na sua cidade está fazendo? Divulgue! Não tem onde divulgar? Escreve aqui que eu divulgo!
Você acredita no bem? Eu também! Mas os bons andam muito silenciosos...
Há várias maneiras de dizer a mesma coisa. Quanto mais clara e direta for essa maneira - o chamado curto e grosso -, mais sucesso se tem de passar a mensagem. Domingo, assistindo a um dos episódios de Glee, a nova série do canal Fox, ouvi uma maneira espetacular de dizer uma coisa básica, simples e que, na minha opinião, é uma das chaves para um mundo melhor:
Quando acreditamos em nós mesmos não temos que ferrar os outros.
Dá prá arriscar dizer que essa é A chave para um mundo melhor??
Quer saber mais sobre a série Glee? Leia matéria da Folha (aqui).
adorote!
como a areia aguarda a onda
esperote
como a terra anseia pela chuva
querote
como a flor necessita do vento
precisote
como o vento leva as nuvens
guiasme
como a abelha busca o mel
desejote
como o poeta e as palavras
adorote!
Recebi o texto abaixo de uma amiga (obrigada, Sil!) há mais de um mês e só li agora. O interessante é que sempre lemos a coisa certa na hora certa...
Entusiasmo
A palavra entusiasmo vem do grego (entheosiasmo) e significa "ter um deus dentro de si". Os gregos eram politeístas, isto é, acreditavam em vários deuses. A pessoa entusiasmada era aquela "preenchida" por um dos deuses e por isso poderia transformar a natureza e fazer as coisas acontecerem. Assim, se você fosse entusiasmado por Deméter (deusa da Agricultura) você seria capaz de fazer acontecer a melhor colheita, e assim por diante.
Segundo os gregos, só as pessoas entusiasmadas eram capazes de vencer os desafios do cotidiano, criar uma realidade ou modifica-la. Portanto, era preciso entusiasmar-se, ou seja, "abrigar um deus em si"! Por isso, as pessoas entusiasmadas acreditam em si, agem com serenidade, alegria e firmeza. E acreditam igualmente nos outros entusiasmados.
Não é o sucesso que traz o entusiasmo, é o entusiasmo que traz o sucesso. O entusiasmo é bem diferente do otimismo: otimismo significa esperar que uma coisa dê certo, entusiasmo é acreditar que é possível fazer dar certo.
Gosto de usar a palavra tesão no mesmo sentido do entusiasmo acima. E penso que é bem por aí: quem tem tesão pela vida faz as coisas acontecerem. Coisas absurdamente grandiosas, coisas absurdamente simples. Tanto faz. Porque como eu já repeti aqui, as coisas mais maravilhosas e realmente importantes têm a ver com o significado que nós mesmos damos a elas.
Conheci uma pessoa profissionalmente e, depois de várias trocas de e-mails, um tom pessoal começou a aparecer nas mensagens. Fomos "dando corda" para esse lado pessoal e eu acabei presenteada com uma história de vida das mais emocionantes. Ele é um professor universitário conceituadíssimo em sua área que, aos 49 anos, sofreu um infarto e levou um susto da vida, uma vez que sempre se alimentou bem, sempre foi ativo fisicamente e não considerava ser alguém estressado além das medidas.
O infarto acabou sendo o disparador do assunto "sonhos". E ele, em várias mensagens, acabou me falando sobre seus pequenos grandes sonhos. Palavras dele: É, eu tenho buscado essas motivações menores, porque (quando tivermos mais tempo eu te explico com mais detalhes) esgotei as motivações "maiores" (assim desse jeito: entre aspas). Quando pedi que ele me falasse mais sobre as motivações "maiores", recebi isso:
Sou de uma família de retirantes nordestinos que conheceu a pobreza quase extrema. Ainda assim, posso dizer que meu pai conseguiu, a despeito de ser iletrado, sucesso mediano ao conseguir ter oito filhos e fazer vingarem quatro, ao menos, ainda que todos hoje vivendo bem. Sou o último penúltimo deles, embora o último tenha morrido, o que me coloca na condição de caçula. Assim, naquela pobreza toda na qual vivi, inicialmente numa cidadezinha miserável aqui do Rio de Janeiro, meus "grandes" sonhos não passavam de coisas absolutamente comuns para pessoas de classes medianas para cima, mas aparentemente inatingíveis para alguém da minha posição sócio-econômica. Senão, vejamos:
- Idealizei que queria um dia deixar de ser vendedor de laranja em carrinho de mão, jardineiro, carpidor, auxiliar de mecânico, auxiliar de pedreiro, pedreiro, pintor etc. para ter uma formação profissional um pouco mais valorizada, tanto socialmente quanto financeiramente. Consegui!
- Sonhei ter uma oportunidade de trabalho como profissional de nível superior em uma cidade de melhor qualidade de vida do que a que eu morava. Consegui!
- Imaginei um dia ter condições de adquirir bens materiais que proporcionassem a mim e aos meu familiares um pouco mais de conforto (casa própria, carro, goods etc.). Consegui!
- Pensei, uma vez formado, que um dia poderia prestar concurso público numa entidade de ensino e me tornar professor, principalmente com o escopo maior de realizar uma pós-graduação. Consegui!
- Desde a minha s egunda infância imaginava conhecer nosso País, especialmente rincões agrestes, que povoam meus sonhos (já na época aventureiros) e, embora na época me parecesse algo impossível, também alguns lugares fora do Brasil. Consegui!
- Queria um dia ter uma filha com um determinado perfil. Nossa! Ela veio com muito mais do que pedi a Deus!
- Queria conhecer algumas cidades específicas do velho mundo. Já perdi as contas de quantas vezes as visitei e até perdi um pouco o interesse nelas.
- Já adolescente, sonhei um dia morar na Austrália e na Nova Zelândia e mergulhar na Grande Barreira de Corais. Consegui!
Então, como até pra sonhar eu sou comedido, acabei por realizar meus pequenos “grandes” sonhos. Agora, preciso criar outros (quem sabe dessa vez sejam de fato grandes). Enquanto não ocorre, vou realizando os pequenos.
Depois disso, palavras são desnecessárias, não? Só vou complementar com mais uma frase desse professor, dita em um dos tantos e-mails que trocamos:
Tenho um caso de amor à primeira, segunda, terceira... enésima vista com a natureza. Contemplar pores e nasceres do sol é do meu cotidiano. O grande barato é onde e ao lado de quem voce faz isso.
Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo. E examinai, sobretudo, o que parece habitual. Suplicamos expressamente: não aceiteis o que é de hábito como coisa natural, pois em tempo de desordem sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente, de humanidade desumanizada, nada deve parecer natural nada deve parecer impossível de mudar.
Estava lendo um artigo interessante sobre porque as pessoas adoram fazer um drama (aqui).O autor do artigo, Wagner Brenner, comenta sobre as teorias de Kurt Vonnegut, um novelista americano. Aparentemente, a resposta de Vonnegut para a questão do drama é que "como crescemos cercados por narrativas intensas e maravilhosas (cinema, tv, livros, propaganda, gente showing-off, etc, etc), a gente acaba achando que a nossa vida também deveria ser assim. Então, pra não achar que as nossas estórias são flats, o negócio é colocar drama onde não tem".
Interessante o raciocínio. Só que no final do artigo, Wagner diz o seguinte:
[...] a vida não precisa ser uma montanha-russa de emoções para ser intensa. E melhor ainda: as coisas mais maravilhosas e realmente importantes têm muito mais a ver com o significado que nós mesmos damos a elas.
Putz! Falou e disse, Wagner!
Porque tem muita gente pensando que precisa ter histórias mirabolantes para contar para os outros, para que eles pensem "nossa! esse cara é que sabe viver!"
Quantos procuram buscar sua verdadeira essência? O que é intensidade prá você? Por que é tão importante o que os outros pensam de nós?
Essas perguntas me remetem a algo que já reproduzi aqui no blog:
Esvazie sua xícara A autoconscientização é o processo de desprogramação, não o de adquirir novos conhecimentos. Ao longo de sua vida, você foi alimentado com conceitos errôneos, visões nulas, convicções, moralidades e noções que estão limitando sua vida. Até que comece a questionar essas armadilhas, elas o bloquearão. Quando perceber que ninguém realmente liga para o que pensa nem o salvará, você poderá abandonar essas suposições tolas e progredir vivendo, percebendo que o único sentido da vida é aquele que você cria. Trecho extraído do livro "O Oráculo Interior", de Dick Sutphen.
Tô TÃO FELIZ que se eu pegasse metade da minha felicidade e repartisse com o mundo inteiro, a terra ficaria mais ilumidada do que o sol!!! Felicidade prá todo mundo é o que desejo!!
Sou grata à Deus pelos meus pais, pelo Tistu, pela minha família, pelos meus amigos e pelos meus gatos! Sou grata por poder amar! E sou grata pelos bens materiais que posso usufruir!
Deixo aqui (para mim e quem mais quiser aproveitar... hehe!) os sábios conselhos de um texto lido por um orador em uma cerimônia de formatura nos EUA em 97: "Wear Sunscreen". O artigo virou filme, em 99, nas mãos de Erh Ray e José Henrique Borgui, da DM9DDB. Tanto em forma de texto como vídeo, "Use Filtro Solar" ganhou o mundo graças à internet. São 7:05 minutos de uma produção maravilhosa e emocionante - com uma bela trilha sonora - que fazem a gente pensar se o que estamos fazendo da nossa vida é realmente aquilo que queremos, desejamos, sonhamos. Veja, reveja:
Use Filtro Solar!
Se eu pudesse dar um conselho em relação ao futuro, eu diria: "usem filtro solar". Os benefícios a longo prazo, do uso do filtro solar, foram cientificamente comprovados. Os demais conselhos que dou baseiam-se unicamente em minha própria experiência.
Eu lhes darei esse conselho:
Desfrute do poder e da beleza da sua juventude. Oh, esqueça... Você só vai compreender o poder e a beleza quando já tiverem desaparecido. Mas acredite em mim. Dentro de vinte anos você olhará suas fotos e compreenderá de um jeito que você não pode compreender agora, quantas possibilidades se abriram para você e o quão fabuloso você era... Você não é tão gordo(a) quanto você imagina.
Não se preocupe com o futuro. Ou se preocupe, mas saiba que se preocupar é tão eficaz quanto tentar resolver uma equação de álgebra mascando chiclete. É quase certo que os problemas que realmente têm importância em sua vida, são aqueles que nunca passaram pela sua mente, tipo aqueles que tomam conta da sua mente às 4 horas da tarde de uma terça-feira ociosa.
Todos os dias faça alguma coisa que te assuste.
Cante.
Não trate os sentimentos alheios de forma irresponsável. Não tolere aqueles que agem de forma irresponsável em relação aos seus sentimentos.
Relaxe.
Não perca tempo com inveja. Às vezes você ganha, às vezes você perde. A corrida é longa, e no final, tem que contar só com você.
Lembre-se dos elogios que você recebe. Esqueça dos insultos. (Se você conseguir fazer isso, me diga como...)
Guarde suas cartas de amor. Jogue fora seus velhos extratos bancários.
Estique-se.
Não tenha sentimento de culpa por não saber o que você quer fazer da sua vida. As pessoas mais interessantes que eu conheço não tinham, aos 22 anos, nenhuma idéia do que fariam na vida. Algumas das pessoas interessantes de 40 anos que eu conheço ainda não sabem.
Tome bastante cálcio.
Seja gentil com seus joelhos. Você sentirá falta deles quando não funcionarem mais.
Talvez você se case, talvez não. Talvez tenha filhos, talvez não. Talvez você se divorcie aos 40. Talvez você dance uma valsinha quando fizer 75 anos de casamento. O que você fizer, não se orgulhe, nem se critique demais. Todas as suas escolhas tem 50% de chance de dar certo. Como as escolhas de todos os demais.
Curta seu corpo da maneira que puder. Use-o de todas as formas que puder. Não tenha medo dele ou do que as outras pessoas pensam dele. Ele é o maior instrumento que você possuirá.
Dance. Mesmo que o único lugar que você tenha para dançar seja sua sala de estar.
Leia todas as indicações, mesmo que você não as siga.
Não leia revistas de beleza. Elas só vão fazer você se sentir feio.
Saiba entender seus pais. Você não sabe a falta que você vai sentir deles quando eles tiverem ido.
Seja agradável com seus irmãos. Eles são seu melhor vínculo com o passado e aqueles que, no futuro, provavelmente nunca deixarão você na mão.
Entenda que os amigos vão e vem, mas que há um punhado deles, preciosos, que você tem que guardar com muito carinho.
Trabalhe duro para transpor os obstáculos geográficos e os obstáculos da vida, porque quanto mais você envelhece, tanto mais precisa das pessoas que te conheceram quando você era jovem.
More em New York City uma vez. Mas mude-se antes que ela te transforme em uma pessoa dura.
More no Norte da California uma vez. Mas mude-se antes de tornar-se uma pessoa muito mole.
Viaje.
Aceite algumas verdades eternas: Os preços vão subir, os políticos são mulherengos e você também vai envelhecer. E quando você envelhecer, você fantasiará que quando você era jovem: os preços eram razoáveis, os políticos eram nobres e as crianças respeitavam os mais velhos.
Respeite as pessoas mais velhas.
Não espere apoio de ninguém. Talvez você tenha um fundo de garantia. Talvez você tenha um cônjuge rico. Mas você nunca sabe quando um ou outro pode desaparecer.
Não mexa muito em seu cabelo. Senão, quando tiver quarenta anos, vai ficar com a aparência de oitenta e cinco.
Tenha cuidado com as pessoas que lhe dão conselhos. Mas seja paciente com elas. Conselho é uma forma de nostalgia. Dar conselho é uma forma de resgatar o passado da lata do lixo, limpá-lo, esconder as partes feias e reciclá-lo por um preço muito maior do que realmente vale. Mas acredite em mim, quando eu falo do filtro solar.
PS: Já sei o que quero fazer da minha vida: ser feliz. Eu mereço! Você também!
Você já viu alguém andando pela rua com cara de tonta, um sorriso maroto nos lábios e jeitão de quem tá lembrando de ontem à noite? Você pode ter cruzado comigo... hehehe!
as pessoas grandes são decididamente muito bizarras...
A frase acima é do Pequeno Príncipe - ou Principezinho, de acordo com a tradução portuguesa. Ele faz coro com Tistu, o Menino do Dedo Verde, um garoto esquisito, com um nome esquisito que recusava-se a aceitar idéias pré-fabricadas pelas pessoas grandes, que simplesmente não sabem, por mais que pretendam, de onde viemos, por que estamos aqui e o que devemos fazer neste mundo.
De fato são bizarras e estranhas as pessoas grandes...
Por isso estou aqui. Para tentar resgatar a criança, o principezinho, o Tistu escondido em cada um de nós. Afinal, como disse Jung: “Em todo adulto espreita uma criança - uma criança eterna, algo que está sempre vindo a ser, que nunca está completo e que solicita atenção e educação incessantes. Essa é a parte da personalidade humana que quer desenvolver-se e tornar-se completa".
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Estresse de feriado
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Exausto? Irritado e nervoso? Sem nenhuma vontade de fazer coisas que
normalmente gosta? Parece que você está precisando de férias — depois de um
feriado. P...
3 semanas atrás
clique na foto e visite 'tambako the jaguar' no flickr!
▼ adoro fotografia! São imagens aparentemente silenciosas, mas que despertam uma infinidade de emoções diferentes. Sou uma pessoa muito sensorial, gosto de sentir e estimular sensações. Aqui uso o que a internet me permite: o visual e o auditivo. Por isso há sempre música e muitas imagens... ▲
Fera ferida Liberte seus cosméticos dos testes feitos em animais Por Mariana Sgarioni
Imagine ficar horas com a cabeça presa e com um clipe abrindo suas pálpebras. Enquanto isso, cientistas pingam em seus olhos substâncias que os deixam em chamas. Ou então sua pele sendo raspada, até ficar em carne viva. Isso acontece todos os dias em laboratórios do mundo inteiro para a fabricação de produtos de beleza. As vítimas costumam ser coelhos (porque têm olhos grandes) e animais diversos, como cachorros e gatos parecidos com aquele xodó da sua casa. O pior é que toda essa crueldade acontece sem necessidade. Vacinas e novos medicamentos ainda dependem de testes em animais, afirmam pesquisadores da Fiocruz (Fundação Osvaldo Cruz), do Rio de Janeiro. Já cosméticos e produtos de limpeza, não. Nesses casos, testes em animais têm se demonstrado ineficazes e até perigosos para a saúde humana. O problema é que muitas indústrias ainda usam animais porque fica mais barato, afirma Carlos Rosolen, presidente da PEA (Projeto Esperança Animal). A própria lei brasileira enquadra como crime testes em animais desde que existam alternativas. A boa notícia é que muitas indústrias cosméticas resolveram abolir os testes, investindo pesado em tecnologia. Para saber se o produto que você usa foi testado em um animal, olhe o rótulo e telefone para os serviços de informação ao consumidor. Os bichos agradecem.
NÃO AOS TESTES EM ANIMAIS Confira a lista das empresas de cosméticos que testam e as que não testam seus produtos nos bichos. O site da PEA (Projeto de Esperança Animal) possui uma lista das empresas que não maltratam os animais. Clique aqui.
clique na foto e visite 'tambako the jaguar' no flickr!
dentro e fora poema de Luan Jessan
por fora tenho tantos anos, que você nem acredita. por dentro, doze ou menos, e me acho mais bonita.
por fora, óculos; algumas rugas, gordurinhas, prata nos tintos cabelos. por dentro sou dourada, alma imaculada, corpo de modelo.
por fora, em aluviões, batem paixões contra o peito. paixões por versos, pinturas, filosofia e amigos sem despeito. por dentro, sei me cuidar, vivo a brincar, meio sem jeito. não me derrota a tristeza; não me oprime a saudade; não me demoro padecente.
e é por viver contente, que concluo sem demora: é a menina que vive por dentro, que alegra a mulher de fora!